quarta-feira, outubro 31, 2012

Havia notado com um maior realce por ocasião do Dia de Mandela. Agora veio-me à memória já não me lembro bem porquê.
Vivemos numa época de falência dos mercados, uma dessas expressões que estão cada vez mais na moda. Não existe falência nenhuma do meu ponto de vista, existe sim o cumprir de um ciclo que permite a uns crescer (África) enquanto outros ficam a olhar porque já cresceram (Europa e América do Norte). A cambalhota será dada novamente no futuro, é inevitável.

Mas vivemos, isso sim, numa época de falência moral. E essa parece-me bem universal. Não pretendo dar uma lição mas vejam como deixamos de celebrar aquilo que somos, o tempo que cá estamos e os homens e mulheres que fizeram verdadeiramente a diferença para nos concentrar em efemérides sem importância, tragédias, acusações, crime e sobrevivência num estado tão puro mas também tão avançado. Hoje o homem começa a luta pela sobrevivência nas notícias, nos bancos, no trabalho e até em casa. Hoje cada dia é um dia para sobreviver.

Enquanto isso a vida passa impiedosa. E ninguém a usa.

segunda-feira, outubro 22, 2012

A DOR

Essencialmente não pelo que fiz. Não pelo que me fizeram. Mas porque alguém conseguiu imaginar tamanha maldade contra mim. Não me sinto bem com isso. Seres estranhos somos nós.

AS POSSIBILIDADES

Quase 30 anos depois de ter nascido, percebi finalmente a minha vocação. Quero ser actor. Essa profissão permite ao Steve Carrell (fenomenal, diga-se de passagem) enrolar-se com a Keira Knightley. Aparentemente vale mesmo a pena.
Lembra-me que quando decidimos que há algo que pensamos com toda a certeza que não conseguimos fazer, é chegada a hora de finalmente fazê-lo.